E saiba como ele pode ajudar com todos os tipos de
doenças físicas e psicológicas

A homeopatia um sistema médico-terapêutico cuja característica principal é fortalecer o
paciente tanto nas suas capacidades biológicas de manutenção da saúde como nas de
autocuidado, além de promover a humanização da atenção. Fundada em 1796, pelo
médico alemão Christian Friedrich Samuel Hahnemann, a homeopatia é baseada em três
princípios fundamentais: a Lei dos Semelhantes; a experimentação no homem sadio; e o
uso da ultra diluição de medicamentos.
 
Originada da junção de duas palavras gregas, homeopatia significa doença semelhante,
ou seja, usa os sintomas da doença para curar o indivíduo. Para este sistema, toda
substância capaz de provocar os sintomas numa pessoa sadia, pode curar estes mesmos
sintomas numa pessoa doente. Por isso, os remédios homeopáticos são feitos com base
em sintomas específicos de cada indivíduo e utiliza substâncias da natureza altamente
diluídas que buscam desencadear o sistema de cura natural do corpo.
 
O estudo do médico Samuel Hahnemann entendeu que ao extrair essas substâncias da
natureza e diluí-las em uma quantidade muito maior de água e depois agitá-la, sua energia
era ativada e liberada, aumentando o potencial de cura pela energia vital. Por ser
extremamente diluído, muitos afirmam que o efeito é placebo, isto é, sem propriedades
farmacológicas. Mas, o que acontece, é que dessa forma a informação curativa não causa
os efeitos negativos ao entrar em contato com o ser humano.
 
Os estudos explicaram que o princípio da homeopatia, semelhante cura, é explicada pelo
fato de que se é testada as substâncias em um sujeito são e este desperta um quadro com
sintomas de uma doença específica, uma pessoa realmente doente com os mesmos
sintomas pode ser tratada com esses elementos altamente fluídos. As substâncias que
causam a doença, causam também a cura da doença.
 
O médico homeopata deve ter profundo conhecimento dos efeitos dessas substâncias
para melhor guiar o tratamento homeopático para o cliente, tendo como base as situações
físicas e emocionais deste, além de entender histórico familiar, personalidade e observações que podem ajudar a criar o perfil ou que interferir na terapia. Caso o paciente
esteja fazendo um tratamento alopático (medicina convencional), o médico deve ser
informado para que um meio não atrapalhe o outro.
 
Diversas doenças podem ser tratadas por essa terapia, como ginecológicas, alergias,
respiratórias, infecções, fibromialgia, dermatológicas e psicológicas, como depressão e
ansiedade, desde que também devidamente acompanhadas por profissionais da
psicologia. Pode ser utilizada como opção principal ou complementar para alivio e cura de
sintomas de doenças graves e/ou leves. O olhar da terapia é para a causa da doença e
não somente o doente.
 
Reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como medicina alternativa e
complementar, o tratamento foi incluído no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2016 e faz
parte da Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC). Os
medicamentos homeopáticos da farmacopeia homeopática brasileira estão incluídos na
Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). 
 
 “A visão da homeopatia é ‘holística’, ou seja, não analisa apenas uma parte da criança, ou
apenas sua doença”, afirma o dr. Moises Chencinski, pai de Danilo e Renato, e médico
pediatra especialista em Homeopatia pelo Centro de Pesquisa e Aperfeiçoamento em
Homeopatia com título de especialista em homeopatia pela Associação Médica
Homeopática Brasileira (AMHB). “
 
Benefícios:
 
⦁         Restabelecimento da saúde física, mental e espiritual.
⦁         Por ser considerada um tipo de medicina preventiva, ela diminui as crises de
doenças crônicas
⦁         Tipo de tratamento menos agressivo, já que atua por meio de estímulo energético e
não pelo efeito químico de uma droga.
⦁         Tem custo reduzido em comparação a tratamentos convencionais.