A Terapia comunitária integrativa é uma prática que atua coletivamente e envolve os indivíduos da comunidade em um exercício de produção de saber através de conversas, trocas de experiências, aumento do convívio social e apoio emocional, reunindo recursos e construindo laços sociais.  

A prática originou-se na UFC – Universidade Federal do Ceará -, em 1992, pelo professor Adalberto Barreto, no Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina. Hoje, os terapeutas atuam em pólos e ONGs pelas cidades brasileiras. A terapia é dividida em 5 etapas: acolhimento, escolha do tema, contextualização, problematização e encerramento. O terapeuta atua como um mediador e facilitador, com questionamentos que trazem outra visão aos participantes da terapia e, consequentemente, novas soluções e percepções.

  “Na maioria das vezes, a pessoa tem um sofrimento a ser acolhido e que não necessariamente é consequência de uma patologia que precisa ser medicada”. Adalberto Barreto.

  A terapia comunitária integrativa entrou para a PNPICs em 2017, acolhendo, humanizando e os indivíduos da comunidade com um espaço aberto de diálogo e identificação, em que mostra que eles não estão sozinhos. Os encontros abrem uma rede de solidariedade e valoriza as histórias individuais favorecendo a ampliação das possibilidades de crescimento interpessoal.

Benefícios da Terapia comunitária integrativa

Corpo: alívio dos sintomas causados pelo estresse e preocupação

Mente: sentimento de pertencimento, coletividade

Espiritual: caridade, troca de energias positivas

Link de apoio: http://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2018-12/terapia-criada-no-ce-prioriza-vinculo-comunitario-e-vivencia-pessoal