A Dança Circular é uma prática corporal realizada em grupos na qual a roda – tradicional e contemporânea – é utilizada para a expressão dos participantes. Assim, após aprender o passo e a música da roda, o participante pode começar a dançar e internalizar os movimentos provenientes desse processo. Como consequência é possível desenvolver o senso de cooperação, auxílio, além da tomada de consciência do corpo físico, trabalho de concentração, memória e calma emocional. 

Como as músicas escolhidas podem ser de todos os países, a atividade não tem restrição geográfica nem de faixa etária. Já as danças podem ser tradicionais, regionais, folclóricas ou contemporâneas.

Também conhecida como Dança Circular Sagrada ou Dança dos povos, a atividade inspirada nas culturas tradicionais de várias partes do mundo foi criada pelo coreógrafo polonês Bernhard Wosien, em 1976, no norte da Escócia. Foi lá que pela primeira vez as coletâneas de danças folclóricas foram ensinadas. Já no Brasil, as Danças Circulares chegaram nos anos 1990 e se espalhara. Atualmente a atividade pode ser vista em parques, escolas, universidades, hospitais, órgãos públicos, ongs, instituições e empresas dos mais variados segmentos.

Em 2018 a prática passou a fazer parte da Política Nacional de Práticas Integrativas Complementares (PNPICS) do Sistema Único de Saúde e pode ser encontrada em hospitais públicos do Brasil. 

Dentre os benefícios estão:

  • harmonia entre os participantes, a interconexão e integração. 
  • favorecer a aprendizagem
  • auxílio mútuo e a igualdade visando o bem-estar físico, mental, emocional e social.

“Eu danço uma canção de silêncio,
meus passos afinam-se com a música cósmica
e guiam minha dança
até os limites do céu
felizes por força do Vosso sorriso”
Bernhard Wosien

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